Corpo Perfeito

sábado, 30 de julho de 2011

Pode mesmo ter bicho dentro de casa?

 

Como fazer para que donos e animais vivam felizes e saudáveis sob o mesmo teto


O pug Boris é quase uma sombra dos membros da família Peneluppi. Quando Renan, 25 anos, está em casa, Boris vai atrás dele, pede colo, faz graça, assiste tevê junto no sofá – e, se precisa ir para seu cantinho, obedece. “Ele sabe qual é o lugar dele. Apesar de passar o dia pela casa, subir no sofá e na cama, só deixamos ele dormir na caminha dele, na área dele, trancado”, diz Renan. Como a maioria dos pets, Boris precisa seguir algumas regras, mas tem livre acesso à rotina da família.


Cachorro andando pela cozinha ou gato tirando soneca na cama dos donos são cenas que arrepiariam a geração dos nossos avós, mas casas e apartamentos menores estreitaram a convivência entre animais de estimação e seus donos, tornando a divisão do espaço obrigatória para quem pretende manter um bicho num local menos espaçoso. Mas ainda há quem torça o nariz para essa proximidade. “Se tem alguém realmente desconfortável com a presença dele, ele fica preso na cozinha e área de serviço”, diz Renan.

Para o cachorro não causar problemas nem para a família nem para vizinhos e visitas, eles pesquisaram sobre a raça e escolheram o pug por ser extremamente sociável, não latir e ser um cão tranquilo. Renan também contratou um treinador para o cachorro, que aprendeu a obedecer comandos com facilidade. Até as crianças da família entram na brincadeira. “Tenho um sobrinho de um ano que gosta muito do Boris. Quando os dois interagem, seguramos o Boris para ele ir se acostumando com meu sobrinho, que gosta de tirar a chupeta e esticar o rostinho perto da boca do cachorro pra tomar lambidas... ele se diverte”, conta Renan.


Bicho saudável, família feliz
Para essa interação não causar problemas, a saúde do cão tem que estar em perfeita ordem. As principais medidas, tanto para cães quanto para gatos, é cumprir o calendário de vacinas obrigatórias e vermifugação a cada seis meses ou a cada quatro, no caso de animais com bastante acesso à rua. É necessário cuidar da prevenção de parasitas, como pulgas e carrapatos também, que podem vir inclusive pelas roupas do dono, na volta de um passeio na rua. “O animal não é higiênico, ele lambe o chão, a pata que pisou no chão. Pode pegar os ovinhos de verme inclusive pelo sapato do dono”, adverte a veterinária Taíza Sanna.
Mesmo com animais bem cuidados, a veterinária não recomenda que eles durmam com o proprietário na cama, por precaução. “Sempre há risco de transmitir zoonoses, como lombriga, bicho geográfico, toxoplasmose. Gato enterra as fezes, e por isso tem unhas extremamente contaminadas, por exemplo.” A atenção tem que ser maior ainda em casas com crianças, que não distinguem que brinquedos são do bicho e quais são delas, e podem levar à boca objetos contaminados.
Na casa do violinista Luiz Fernando Cadorin, 29 anos, dono do gato Mingau, os cuidados de higiene são reforçados. Além das vacinas, o gato toma banho e faz tosa higiênica com frequência. Mingau é adestrado pelos donos para não subir em mesas e na pia, embora de vez em quando o bichinho burle a regra. “Eu sei que ele sobe na pia de vez em quando, por causa das pegadas que deixa no armário abaixo da pia. Se ouço um barulho diferente, dou bronca e o Mingau sai de lá rapidinho.” A limpeza da casa é reforçada, para evitar odores e que visitas ganhem a estampa de pelos brancos nas roupas ao sentar no sofá, por exemplo. O ideal, de acordo com especialistas, é aspirar tapetes e carpetes e usar cloro ou amônia quaternária.

 

Sem estresse
Outro ponto importante é manter emocionalmente bem o animal que fica dentro de casa ou no apartamento. Gatos precisam ser estimulados para brincar e cachorros devem ter chance de passear, brincar e gastar energia. “Estresse pode afetar a saúde do bicho, causando problemas de pele, de comportamento, na alimentação. E animal sedentário fica obeso, começa a ter problema de coluna, de articulação”, enumera Taíza. Bichos estressados tendem a ser mais difíceis de conviver, “reclamar” mais e ter dificuldade de se relacionar. A responsabilidade de mantê-lo feliz é dos donos.

Analice Cardoso Munhoz Severino, veterinária do Hospital Veterinário Pompéia, lembra que as zoonoses passam pelo simples contato com o dono. “Não é o acesso à casa que vai causar a contaminação”, afirma. “Tomando os cuidados e fazendo a prevenção, não ocasiona problema nenhum”. Ela reforça que, com os devidos cuidados, o contato com animais desde cedo para crianças pode inclusive reforçar o sistma imunológico. “A criança que tem contato com animais logo cedo tem menor risco de desenvolver alergias. Ela vai criando resistência.”

 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Qual a melhor raça para você e sua Familia – BORDER COLLIE

Border Collie 


Conheça a raça de cachorro Border Collie, características da raça, 
temperamento, cuidados especiais, foto e comportamento



Border Collie: agilidade e fácil adestramento

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

  • Os cães desta raça pesam entre 15 e 23 kg.


     

  • O tamanho varia entre 40 e 55 cm.


     

  • A cor mais comum entre os cachorros desta raça é a combinação de branco e preto.


     

  • Com relação ao pêlo, pode encontrar dois tipos de animais: com pelo longo (em média 7 cm de comprimento) e pêlo curto ( 3 cm de comprimento).


     

  • As orelhas são de tamanho médio.

 
 

COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:

  • Os cães da raça border collie possuem uma enorme habilidade para atuar como pastores, pois são descendentes de cães pastores da Escócia.


     

  • São muito inteligentes e atentos.


     

  • Possuem características que facilitam muito o adestramento.


     

  • Desenvolvem uma grande amizade, obediência e respeito com o dono.


     

  • Possuem uma grande agilidade e não ficam cansados facilmente.


     

  • Necessitam praticar atividades com alto gasto de energia.


     

  • Esta raça não é recomendada para viver em apartamento. Caso isto ocorra é necessário levar o animal para caminhadas diárias.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Qual o melhor cão para você e sua família - POODLE

Poodle

Conheça a raça de cachorro Poodle, características da raça, temperamento, 
cuidados especiais, foto e comportamento

poodle
Poodle: inteligência e criatividade 

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

Existem três tipos de poodle, classificados de acordo com o tamanho: Gigante (de 45 a 60 cm de altura da cernelha*), Médio (35 a 45 cm), Miniatura (27 a 35 cm da cernelha) e o Toy (menos de 27 cm da cernelha).

As cores mais comuns desta raça são: preta, branca, marrom e cinza.

Possuem pêlos encaracolados, crespos e macios.

A cor dos olhos dos poodles pode ser preta, âmbar escuro ou marrom.

O focinho do poodle tem o formato retangular.
 
COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:

Os poodles são bem brincalhões e inteligentes.

Possuem agilidade nas atividades físicas.

Adaptam-se muito bem em ambientes pequenos como, por exemplo, apartamentos.

Não necessitam de grande quantidade de atividade física.

São carinhosos com o dono e pessoas conhecidas.

Possuem o instinto de caça, podendo perseguir roedores, pássaros e outros animais de porte pequeno.

Gostam e necessitam muito de companhia, principalmente do dono.

São extramente criativos em suas atitudes.

* cernelha: ponto mais alto do ombro do cachorro, antes do pescoço. A altura dos cães é medida da cernelha até o chão

domingo, 24 de julho de 2011

Cidade de Minas implanta chips em cães e gatos

Objetivo da prefeitura de Poços de Caldas, que fez convênio com o Ministério da Saúde, é diminuir o número de animais abandonados


Vira-lata com jeitão de poodle, o pequeno Puff, de seis anos, faz parte de um seleto grupo de animais com microchip. Agitado, ele brinca bastante com outros dois cachorros e uma gata na casa da autônoma Karen Cristina Fonseca de Mello, na cidade de Poços de Caldas, a 456 quilômetros de Belo Horizonte. Puff é um dos beneficiados por iniciativa da prefeitura da cidade que, em parceria com o Ministério da Saúde, está monitorando todos os cães do municipio.

Na mesma cirurgia em que foi castrado, Puff recebeu um microchip. Se um dia ele se perder pela cidade, quando for recolhido pela prefeitura será identificado com um aparelho de leitura especial e devolvido à dona, que o encontrou abandonado. “Deixaram ele na porta da minha casa e, em agosto, faz um ano que estou com ele. Fizemos a castração na última quarta-feira (20) e ele está normal, brincando com os outros cachorros. A cirurgia não demora mais que 20 minutos e o microchip dá uma segurança a mais”, comenta Karen.

Ela já havia castrado os outros animais e, agora, pretende implantar o chip em todos seus vira latas de estimação: a gata Ken Ken, Scooby (com aspecto de Doberman) e Beethoven, também de grande porte.


Foto: Getty Images Ampliar
Em Poços de Caldas, chips são implantados em cães assim que eles são castrados: fica mais fácil encontrar o bicho, caso ele se perca

O Programa Municipal de Castração de Cães e Gatos de Poços de Caldas já tem 250 animais cadastrados.

Destes, cerca de 70 já passaram pelo procedimento. Conforme explica o coordenador da Vigilância
Ambiental, médico veterinário Rogério Blasi, a cidade possui uma população de 20 mil cães e gatos. Ele conta que nesta primeira fase 500 deles serão castrados e receberão o microchip. O custo normal para castrar e implantar um microchip varia de R$ 180 a R$ 200, mas com o subsídio da prefeitura e do Governo Federal, o procedimento é oferecido à população por apenas R$ 16,30. “O aumento da população da cães e gatos é um problema mundial e Poços de Caldas não fica de fora. Muitos estão abandonados pela cidade”, conta o veterinário. Com a iniciativa, o governo incentiva a castração e melhora o controle dos bichos da cidade.

Para esta primeira etapa de castração e implantação de microchips, serão desembolsados de R$ 50 mil a R$ 60 mil, em recursos da prefeitura e do Ministério da Saúde. Blasi explica que o poder público repassa às três clínicas conveniadas R$ 100 para o procedimento em um gato e R$ 120 em um cachorro. “Depois da primeira etapa, pretendemos abrir um edital para mais três mil animais. A idade mínima para a castração é de três meses e o procedimento é pouco invasivo. O animal recebe anestesia geral e não precisa tomar antibióticos depois”, diz o veterinário. Para participar do programa, o dono do animal deve ir ao setor de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde e retirar uma guia para pagamento dos R$ 16,30.

Com a guia paga, ele retorna ao local e faz a inscrição. A escolha da clínica é do proprietário.


Os abandonados

Blasi conta que, por mês, centenas de cães e gatos são recolhidos das ruas de Poços de Caldas. Além de sofrerem com o abandono e a falta de alimento, os animais podem se transformar em transmissores de doenças, por não receberam vacinas. O veterinário lembra que entre as mais graves estão a raiva e a leishmaniose, letais.

A iniciativa da prefeitura agradou a Associação de Amigos e Protetores dos Animais (AAPA) de Poços de Caldas. A presidenta da entidade, Vera Facci, conta que programa de controle de natalidade nos animais é uma reivindicação antiga. “Estamos tentando viabilizar um programa como este há 20 anos. Para nós, foi uma coisa maravilhosa. Há muitas pessoas que culpam os canis, mas a responsabilidade é da própria população. O acordo de colocar o microchip nos deixa muito contentes”, diz ela.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cachorros ganham até R$ 800 por trabalho como modelo

Por meio de agências especializadas, cães, gatos e até porquinhos podem ter seus 15 minutos de fama



Até o mais duro dos corações se derrete na presença de cãezinhos. Pense num folheto de lançamento de imóveis: se for direcionado para famílias, são grandes as chances de um golden retriever ou um labrador estarem bem ali do lado das crianças. Em propagandas de bancos ou empresas de telefonia, são presença constante e carismática. Para isso, os animais são treinados, contratados e pagos. São bichos modelos.

A produtora Ana Paula Amaral, 38 anos, descobriu esse nicho de mercado com Lancelot, seu beagle, adotado de um abrigo. Como o cão destruía a casa se ficasse sozinho, ela passou a levá-lo para toda parte.

Foi durante um passeio com Lancelot que ela recebeu a primeira proposta para ele participar de uma campanha publicitária. Depois da estreia, começou a agenciar os pets de amigos também, e acabou criando a Cão Modelo. “Sempre precisei de bichos em produção de fotos”, conta. “Comecei a cadastrar os cachorros e faço um teste fotográfico para ver se ele se dá bem com a rotina de sessão”, afirma.


Foto: Divulgação Ampliar
Lancelot, o beagle que deu origem à "Cão Modelo"
Pet estrela

Diferentemente dos padrões rigorosos a que as modelos humanas se submetem, não há grandes pré-requisitos para a carreira no mundo animal. Todo bicho de estimação, a princípio, pode ser modelo. “Ele tem que ser dócil e sociável com pessoas, e se possível, com outros cachorros”, explica Ana Paula. Não precisa ser de raça nem ter pedigree; há todo tipo de demanda, desde raças com ar aristocrático a simpáticos vira-latas.

Também não é necessário que o cachorro tenha adestramento. Quando é preciso algo específico, geralmente a campanha tem um adestrador para treinar o cão. “Já tenho mais de mil pets cadastrados”, conta Ana Paula. A maioria são cães, mas há também gatos, calopsitas... até miniporcos.

Os campeões de audiência são os golden retrievers e labradores, cães sempre associados a companheirismo e aconchego. “São os cachorros da família”, diz Ana Paula. Para editoriais de moda, cães fashionistas, como buldogue francês, lulu da pomerânia e whippet, fazem sucesso.

Bicho rico?
Quem pensa em fazer dinheiro com as campanhas pode desistir da ideia. Os cachês médios variam entre R$ 100 e R$ 800, dependendo do tempo de trabalho, mas não há garantia de trabalhos constantes. Filmes e séries, pelo longo tempo de duração, podem render um valor um pouco maior. “Meus cachorros não trabalham mais do que 4 horas, para garantir o bem-estar deles. Mais do que isso, contrata dois, para não cansar o cachorro.”

A arquiteta Camila Brito, 36 anos, até agora não fez dinheiro com a boxer Teca, mas ganhou mil elogios na família e na vizinhança. “Ela é simpática, toda fofa. Todo mundo tirava foto e ela saía super bem. Resolvemos tentar”, conta. Teca já fez duas sessões, uma de foto e outra de vídeo. “Ela adora gente, brincou, fez farra. Já reclamei que nos próximos tem que ter cachê”, diverte-se.

A gatinha Nikole é um dos focinhos mais conhecidos no mercado voltado para felinos. A dona, Cecy Passos, adotou a gata há 11 anos e se apegou de tal forma que a levava para todos os seus compromissos. Dócil, Nikole se deixa ficar no colo, posa para fotos, é tranquila mesmo com mudança de ambientes – característica pouco comum em gatos. “Eu viajo o Brasil com ela fazendo palestras, dando cursos”, conta Cecy, que abriu uma consultoria para o mercado de felinos e associou a gata à diversas linhas de produtos.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Deficientes visuais são reinseridos à sociedade com ajuda de cães

Cegos ganham qualidade de vida na companhia de cães-guias. Filhotes de labrador e golden recebem treinamento especializado


Deficiente visual, o economista e professor universitário Luiz Alberto Melchert, presidente do Instituto Meus Olhos Têm Quatro Patas, conta com o auxílio de cães-guias há 37 anos. Quatro animais já passaram por sua vida. Hoje, seu companheiro é Ypsilon.

“Não imagino minha existência sem eles. 70% do que o cão-guia faz é nos trazer para a sociedade, 30% é nos guiar. Tê-los ao lado proporciona um sentimento de dignidade que de nenhuma outra maneira você tem”.
O jornalista Lucas de Abreu Maia também emociona ao falar dessa ajuda: “É mais do que um cachorro, é uma extensão do meu corpo.

Estima-se que o Brasil tenha 16 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo cerca de 2,6 milhões em São Paulo. Cães-guias, segundo entidades do setor, são apenas 100.

Para ajudar a suprir essa carência, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (SESI-SP) e o Instituto Meus Olhos Têm Quatro Patas, com o apoio da

Fundação Dorina Nowill, firmaram parceria e desenvolveram o Projeto Cão-Guia.

A iniciativa visa a transferência de tecnologia social para beneficiar deficientes que trabalham na indústria paulista, permitindo mobilidade autônoma e segura.

Na primeira etapa do projeto, 32 filhotes das raças labrador e golden retriver foram entregues a famílias acolhedoras. Com elas, os animais passarão aproximadamente um ano para diferentes vivências, que permitirão equilíbrio comportamental futuro.
Em um segundo momento, os animais serão encaminhados ao centro de treinamento do Instituto Meus Olhos Têm Quatro Patas para adestramento intensivo e especializado. Esse processo tem duração de seis a oito meses.
Por fim, os cães “escolhem” seu futuro dono e passam por um período de instrução com ele. No projeto do SESI, os cães serão doados gratuitamente aos industriários com deficiência visual.

A professora Susi Bonifácio Rodrigues, acompanhada do neto Matheus, de três anos, recebeu a labradora Emma em recente cerimônia no SESI. O menino ficou encantado, se desmanchando em carinhos e abraços. “Acho que vai ser difícil a separação lá na frente, mas sei que estaremos ajudando um deficiente visual com esse trabalho”, disse Susi.

Giulia, 7 anos, e Amanda, 6, filhas da publicitária Luciana Accorroni também não desgrudaram da futura cão-guia Fortune. “Quem diria que até pouco tempo elas tinham medo de cachorro”, contou Luciana.
Sobre o inevitável envolvimento com o animal, ela diz que já conversou a respeito e vai continuar abordando o assunto com as meninas. “É importante trabalhar o desapego”.
Ao adolescente Pedro Gaido, 12 anos, coube o serelepe golden Cazuza, de cinco meses. A responsabilidade de cuidar do animal será sua, garante. “Vou passear com ele três vezes por dia, escovar os dentes, alimentá-lo...”

Deficientes visuais que já utilizam cães-guias contam a seguir como a vida mudou após a chegada do animal.

Foto: Yara Achôa Ampliar
O jornalista Lucas de Abreu Maia e Annie




“É mais do que um cachorro, é uma extensão do meu corpo”











Foto: Yara Achôa Ampliar
O advogado Rodrigo Galvão dos Santos e Brenda





“É indescritível a sensação de autonomia com o cão-guia”

domingo, 17 de julho de 2011

Qual a melhora raça para você e sua familia - COLLIE



A RAÇA : COLLIE
A raça Collie teve sua origem na Inglaterra e se tornou a raça mais famosa do mundo em função da Lassie, protagonista de uma série de televisão, além de filmes que encantam a todos, até hoje. Aliás, é muito interessante frisar que todos os animais que interpretaram Lassie, na verdade, foram do sexo masculino, pelo fato dos machos possuírem uma pelagem mais espessa.

Por falar em pelagem, esta raça apresenta duas variedades, sendo uma de pelo longo (reto, duro e denso com subpelo macio e denso, possuindo juba e peitoral abundantes com franjas nos membros) e uma de pelo curto (liso e textura áspera com subpelo muito denso). Sua coloração pode ser zibelina (dourado claro a acaju intenso), tricolor (preto dominante com mechas fogo e marcas brancas) e Azul Merle (azul prateado, manchado e marmorizado em preto).

Esta raça tem sido utilizada como animal de pastoreiro, policial, guia para cegos e companhia, sendo um cão ativo, vivo, podendo ser equilibrado ou ansioso e tímido. É sensível, excelente companheiro, desconfiado com estranhos, mas nunca agressivo, sendo necessária uma educação firme, porém com suavidade.
Em sua vida adulta sua altura fica entre 51 a 61 cm, pesando entre 18 a 29Kg, não é um cão de cidade, mas consegue se adaptar bem, sendo que o seu espaço ideal é um local amplo para que possa fazer exercícios.

A alimentação adequada para esta raça é uma dieta a base de proteína animal, na qual pode ser encontrada nas rações de linha “Super Premium”.

As rações são suplementadas com vitaminas e minerais essenciais para o desenvolvimento e manutenção do filhote, lembrando que a agua a ser oferecida deverá ser sempre filtrada ou mineral.

Quanto aos cuidados básicos. É um animal que necessita de escovação de 2 a 3 vezes por semana. Por ser um animal de porte grande, o cão da Raça Collie deve viver em ambientes amplos e com piso adequado (rústico, gramado), pois este tipo de piso evita o aparecimento de problemas articulares.

Todos os filhotes deverão ser vermifugados contra vermes e protozoários com medicamentos devidamente prescritos pelo Médico Veterinário responsável, além de realizar o esquema de vacinação pediátrica contra doenças infecto-contagiosas como Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirus, Parainfluenza, Hepatite infecciosa, Leptospirose (três doses de vacina com intervalo de 21 dias entre cada dose).

Ao completar 4 meses de idade deverá receber a vacina contra raiva, além de mais duas vacinas que poderão ser aplicadas juntamente coma segunda dose da vacina pediátrica (V8 ou V10), que são as vacinas contra Traqueobronquite Infecciosa Canina (tosse dos canis) e contra Giárdia (protozoário), sendo que essas vacinas são aplicadas em 2 doses pediátricas e reforço anual.

Após o esquema de vacinação pediátrica, o filhote estará totalmente imunizado, devendo receber reforço anual para o resto da vida.